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Um corpo audiovisual: entre a televisão, o cinema e os vídeos de internet An audiovsisual body: a choise Evandro Rhoden * Resumo Abstract Introdução Nessa comunicação, trago dois conceitos extraídos de pesquisas em realização no campo da comunicação social, que chamam atenção para metodologias que podem ser encontradas nos audiovisuais, mas, que podem servir para qualificar a interação ou a interseção da educação e da comunicação. Partindo da perspectiva de Henri Bergson, percebo que o que costumamos chamar de Escola, como o que chamamos de Audiovisual podem ser vistos como durações, que têm uma forma de permanecer. Métodos que sobrevivem dentro dessas durações, modos que eles têm de agir no presente, podem ser articulados; interrompendo o destino de cada corpo e conectando a objetivos de outros corpos. A questão, objetivo desse texto é dar luz a metodologias de percepção dos audiovisuais, que, ampliando-se, podem ter valores agregáveis às práticas de ensino e de expressão pessoal. Acredito nas questões dos métodos, de que como nós: professores, alunos ou comunicadores fazemos ao defrontar-nos com corpos que nos rodeiam, estaremos criando hábitos, pela própria necessidade de agir no presente e inventar nossa duração singular, nossos desejos e juntamente nossas necessidades, dando pistas de como a escola pode interagir com outros corpos, como o que irei chamar de Corpo Audiovisual. Percebo os audiovisuais, com essa metodologia que intercala experiências pessoais, nós que vinculam nossas experiências passadas a outro corpo em constante mudança, como quando reconhecemos alguém e no meio de uma multidão percebemos que mudam as roupas, a idade, a profissão, mas reconhecemos, apesar das mudanças, alguém com um nome próprio, que comunica algo por sua mudança. Em relação ao audiovisual as comunicações muito comumente vinham na forma de espetáculos, novelas e filmes, desta forma simples, falo em espetáculo, vinculando o comércio, que faz com que o audiovisual se torne um produto dedicado ao entretenimento, reconhecemos, aí, algo que muda e um modo próprio de mudar. * Mestre em Comunicação, pela UNISINOS (em 2008). Graduado na primeira turma de Cinema e Vídeo do Sul do Brasil. Ator diretor e roteirista com experiência nas linguagens cinema, televisão, internet e teatro. Diretor e administrador escolar, professor universitário, responsável pelo projeto do primeiro Curso Superior Tecnólogo em Produção Cênica aprovado pelo MEC no Rio Grande do Sul. |
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